Fillipe Ronchetti

Designer

Foi no design que me encontrei, mas antes passei pela administração, pela publicidade, tentei vaga na medicina, joguei rugby, lutei karate e treinei tiro com arco. Fui assistente de fotografia, vendedor de loja, representante discente, estagiário, freelancer e diretor de núcleo. O que tirei desse trajeto? Gente, conheci muita gente, de todo tipo, gosto, perfíl psicológico, ideal político, crença e paladar. Para vagar por esses diversos grupos, encontrei no exercício da empatia, na habilidade de me por no lugar do outro, a ferramenta que me possibilitou ser eu mesmo sendo sempre um pouco de cada um.

Eduardo Ries

Designer

Nunca consegui ficar parado. O movimento e a inconstância dos conceitos acerca do design sempre me motivaram a sair da zona de conforto. Estou entrando na reta final do curso de Design e por acreditar que o estudante pode e deve ser um transformador de sua futura profissão e do mundo, ajudei a fundar, junto com alguns colegas, o Centro Acadêmico de Design da ESPM e participo do Conselho Nacional dos Estudantes de Design.

César Fernando Vargas

Designer

Amo o que faço e faço o que amo. Herdei do meu vô a paixão por projetar além de muitas características como o gosto pelo azul, o nariz batatudo, a gaita-de-boca que me deu quando ainda era pequeno no alpendre do chalé de madeira que ele mesmo fez. Meus brinquedos favoritos eram suas ferramentas e com elas desmontava os carrinhos do meu irmão (engenharia reversa). Já no primeiro semestre de Design na UFRGS ouvi de um grande professor que o designer era como um detetive que investiga o funcionamento de tudo em busca da melhor solução. Assim me realizo: apaixonado por design, por música, pelos amigos, pela criatividade, por empreendedorismo e por meus quatro sobrinhos maravilhosos.